Recital póetico po umha lingua viva
Os dias 13-16 de maio as cidades de Corunha, Compostela e Vigo, acolheram a pessoas vencelhadas às luitas autónomas dos anos 70-80 para que nos contem a sua experiencia nas jornadas anarquistas do 2008.
Tod@s a Vigo o domingo 25 de maio.
A Plataforma Cidadá ‘Que Volten a Casa!’ quere facilitar a comunicación postal cos presos e coa presa, e para tal fin acaba de preparar unha serie de caixas que se poden atopar en varios centros sociais de diferentes localidades.
Ciclo de palestras titulado:
Gastan 25.066.870.000€ totais, 520€ por persoa ao ano, máis do 12,4% do Gasto Público.E tí...Non o gastarías doutro xeito?Publica dende os
Indy-Pontos
O 3 de dezembro de 2002, um grupo de cidadãos e cidadás galegas encadearom-se ao Parlamento Galego durante a celebraçom dum plenário de (inoperante) urgencia, deitando o chapapote de 6 capachos recolhido nas praias de Lira diante das suas mesmas portas e manifestando assim por várias horas um protesto nom violento perante a patética actuaçom técnica dos responsáveis políticos e a sua reiterada manipulaçom informativa. A desproporcionada cárrega policial que seguiu a esta acçom pacífica/reivindicativa saldou-se com ingresso de 6 de est@s cidadans num centro hospitalário de urgencias e deu uma vergonhenta volta ao mundo através de diversos meios de comunicaçom internacional, deixando assim bem clarificado qual era a resposta oficial do governo fascista de Fraga a uma mais que (ainda hoje) justificada indignaçom popular.
Pouco depois a excedentíssimaCâmara Municipal tri-partita do Concelho de Compostela persoaba uma denuncia por danos ao moviliario urbão (incluida uma factura com o importe do serviço público dos bombeiros!¿) o qual implica a solicitude duma pena de prissom para @s participantes. Qual debería ser pois a pena proporcional por ter deitado 77.000 toneladas de fuel? Qual a factura do povo galego?
Contudo, hoje, 2 anos e 11 dias depois da brutal agressom, 2 anos e 27 dias depois do afundimento irresponsável do prestige, 10 dos polícias identificados como protagonistas da malheira, sob o mando do conhecido inspector Enrique León Calviño, iam ser passados pola maquinária da sua própria justiça no banco dos acussados. A vista foi apraçada até o 1 de Fevereiro do 2005 por incomparecência de 5 policías autonómicos acussados. O Concelho de Compostela reiterou a sua acusaçom, por danos contra @s denunciantes
Podes tentar descarregar o video da carga.
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